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Dia Mundial da Água: o JEANS e seu impacto

 

Oi pessoal!

O dia mundial da água foi dia 22 de março (sim, estou atrasada!), mas só agora percebi que no primeiro post sobre o assunto que fiz, não falei tanto de um dos produtos que mais gasta água em sua produção: o Jeans.

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A indústria têxtil é responsável por 20% da contaminação das águas (Textile Exchange, 2010) e usa 387 bilhões de água por ano (World Agriculture and the Environment, 2004). E você sabia que, dentro disso, para produzir uma única peça de jeans são necessários 10.850 litros de água? Além de todos os químicos utilizados/despejados nas fases de desgaste e lavagem e que contaminam diretamente a água também. Portanto a produção de um jeans não só envolve um consumo extremo de água como também a polui, causando danos à saúde tanto de seus produtores, quanto dos animais marinhos e nós, consumidores.

Mas como podemos colaborar para que esses números diminuam? Existem diversos caminhos. O primeiro você já está fazendo ao ler esse texto: conscientização. O segundo é comprar peças jeans que sejam apenas necessárias – e se forem mesmo – afinal, quanto menos consumirmos, menos estas peças serão produzidas. O terceiro é encontrar marcas que tenham que tenham seus produtos jeans feitos de forma consciente. Existem fábricas com estações de tratamento próprias, para evitar o desperdício após o momento da lavagem, e marcas que fazem o desgaste de suas calças à laser (tecnologia de desgaste a seco, evitando o lixamento e o sandblasting, bastante prejudiciais à saúde dos trabalhadores) e a lavagem com ozônio (lavagem apenas com oxigênio ativo e ozônio, sem o uso de água ou de produtos químicos), como a Damyller mostra no vídeo abaixo, publicado em 2017:

A 3Jns, por exemplo, é uma marca com um modelo de negócio bem novo aqui no Brasil: eles produzem peças jeans com tecidos de qualidade, modelagem clássica – sempre com o objetivo de aumentar o tempo de vida do produto –  e as vendem. Quando o consumidor quiser substituir seu jeans por um novo, a marca o recompra e oferece um cupom para o consumidor comprar um novo jeans deles. O jeans recomprado pela marca passa por uma análise para identificarem qual o melhor processo para transformá-lo numa peça nova, e é recolocada à venda. Este processo acontece 3 vezes e, após o chamado 3º ciclo, o jeans é destinado à reciclagem. Este modelo baseado na economia circular aumenta o tempo de vida do produto e diminui consideravelmente a quantidade de resíduos provenientes de uma única peça.

Outras ótimas opções são as marcas de upcycling, como a Comas, e os brechós – afinal, quer algo mais cool do que um vintage jeans? – pois, como sempre falo: a peça mais sustentável é aquela que já existe.

Para quem quiser se aprofundar ainda mais no assunto, alguns materiais que sugiro ler/assistir:

Espero que esse post possa ajudá-los a repensar mais uma vez em seus comportamentos de consumo e a entender um pouco mais do que existe por trás de uma peça jeans 🙂 Comentem aqui o que acharam e divulguem o post para que mais pessoas possam ter conhecimento do impacto de um jeans!

 

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Cruelty Free x Vegano: qual a diferença?

O post de hoje vai um pouco além da moda – falaremos, além disso, sobre produtos de beleza também 🙂

Você sabe a diferença dos termos “cruelty free” e “vegano”? Não? Então vamos esclarecer tudo por aqui, agora!

Cruelty Free: não testado em animais;

Vegano: sem ingredientes de animais ou derivados.

A grande dúvida que vem depois de entendermos os termos é: mas um produto vegano não deveria também ser cruelty free? Na nossa opinião pessoal, sim, mas não é o que acontece em todas as marcas, portanto é importante se informar. Existem produtos que apenas não são testados em animais, mas têm ingredientes deles; produtos veganos, porém que são testados em animais; e produtos que não são testados e nem contêm ingredientes de animais e derivados. Mas como saber na hora de comprar?

Existem selos e etiquetas para nos ajudar na hora de escolher o produto que vamos comprar de acordo com nossos valores. Falando sobre maquiagem e cosméticos, os selos – e seus significados – são:

TABELA 1

*Leaping Bunny: programa desenvolvido pelo CCIC para transformar a compra de cosméticos mais transparente e fácil;

*CCIC: Coalition for Consumer Information on Cosmetics – união de 8 grupos de proteção animal;

*PETA: People for the Ethical Treatment of Animals – organização não governamental de ambiente dedicada aos direitos dos animais;

*CCF: Choose Cruelty Free – organização sem lucros, independente, da Austrália, dedicada aos direitos dos animais;

*Não há inspeção: porém, todas as empresas passam por um recredenciamento para comprovar que continuam seguindo os padrões requisitados.

TABELA 2

*Vegan Society: ONG/fundo de caridade que serve como guia em diversas áreas do veganismo, além de ser a mais antiga comunidade vegana do mundo;

*Vegan Action: organização sem lucros, que trabalha para eliminar o sofrimento animal e os impactos ambientais através do veganismo;

*PETA: People for the Ethical Treatment of Animals – organização não governamental de ambiente dedicada aos direitos dos animais.

Há também os produtos que contêm a informação “Não testado em animais” ou “Cruelty Free” ou “100% Vegano”, mas por não existirem meios para comprovar que tal informação estampada na embalagem seja real,  você não terá nenhuma garantia que seja verdade.

Agora, falando de roupas e acessórios, que também é uma dúvida bastante comum, temos as seguintes etiquetas e seus respectivos significados (coloquei aqui as artes feitas pela Vicky, do blog Ethical Elephant, que acho ótimas para explicar esses símbolos):

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Nesta primeira imagem, à esquerda, temos os símbolos de materiais não veganos (couro/couro revestido) e, à direita, os símbolos de materiais veganos (tecidos naturais/sintéticos/outros materiais). Portanto, quando quiser saber do que o produto é feito, basta procurar por estes símbolos (ou pela descrição clássica das etiquetas – por exemplo: 100% couro; 90% algodão 10% elastano; 100% poliuretano)

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Essa segunda imagem é perfeita para ilustrar onde encontrar a etiqueta no seu sapato! Todo par de sapato tem uma etiqueta dessa informando de qual material cada parte é feita (parte externa, parte interna e sola). Se tiver o símbolo de tecido ou o losango indicando outros materiais nas 3 linhas, o produto é vegano! Se tiver algum dos símbolos de couro ou couro revestido, em alguma linha, não é vegano.

Fácil, né? Esperamos que assim vocês consigam comprar melhor de acordo com o que acreditam 🙂

Faremos posts sobre marcas CF e/ou Veganas para vocês no futuro! Vocês gostam desse tipo de conteúdo?

Deixem aqui nos comentários ou no nosso Instagram as dúvidas que tiverem que vamos responder todas! Nos acompanhem por lá pois sempre publicamos informações sobre as marcas do site e novidades!

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As diversas formas que uma marca pode ser sustentável

Oi pessoal!

Depois de um tempo, estamos de volta! Temos mais alguns posts desses com conteúdos mais densos, e o de hoje é para explicar melhor as diversas formas que uma marca pode ser sustentável. Afinal, não existe só um caminho a ser seguido!

Quem lembra dos gráficos que colocamos no nosso último post e a explicação de cada um? Vamos coloca-los aqui embaixo, mas recomendamos que leiam o post original para que entendam melhor sobre o ciclo de vida de um produto.

Olhando para o gráfico, já podemos ver que o primeiro caminho que uma marca pode seguir para ser sustentável, é a escolha das matérias primas de seus produtos. Todos os tipos de fibras (naturais, sintéticas e artificiais) têm opções de menor impacto – faremos um post falando somente dessas fibras, pois é um assunto extenso.

Melhor ainda será se a marca também trabalhar dentro da metodologia de zero waste, a qual preza para que o design e desenvolvimento de tal produto seja feito sem desperdícios de material, chegando a quase 0 resíduos de matéria na fase de produção. Ou até mesmo se a marca seguir o movimento do slow fashion, que já explicamos melhor neste post.

Outro caminho a ser seguido é o reaproveitamento/reuso de materiais, como os tecidos descartados pela indústria (porque deixaram de ser tendência e, por isso, não têm mais utilidade para o mercado tradicional), a madeira, o plástico, a resina, entre tantos outros – aqui, não estamos falando de matérias primas recicladas (elas entram no assunto de fibras que falamos anteriormente).

E existe também o processo de upcycling, que é a transformação de um produto inutilizado/indesejado (ou até mesmo resíduos), em novos materiais ou produtos. Diferente da reciclagem, esse processo não torna o objeto original em resíduo para depois fazer um novo, mas o transforma.

Todos esses caminhos, claro, devem estar atrelados à uma linha ética de produção.

As marcas do Angá são ótimos exemplos de nomes que seguem esses caminhos (muitas vezes até mais que um)! Muitas estão por vir ainda, mas esperamos que gostem das que já estão no ar 🙂

Esperamos que esse post ajude vocês a escolherem melhor as marcas que comprarem nas próximas vezes! Analisem se, em algum momento do ciclo, elas se preocupam em causar um impacto negativo menor. E, qualquer dúvida, escrevam pra gente aqui (ou no instagram!)

Deixem nos comentários o que acharam e se tem algo mais que gostariam de saber 🙂

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Os pilares da Moda Sustentável e como podemos inseri-los em nosso cotidiano

Oi pessoal!

Voltamos com mais um post bastante informativo! Aqui vamos falar sobre como podemos praticar os preceitos daqueles pilares da moda sustentável que falamos no nosso primeiro post (Ecomoda, Moda Ética e Slow Fashion) em nosso dia-a-dia. Vimos que muitos ficaram chocados com o último post e frustrados com a realidade da indústria, e queremos mostrar que não está tudo perdido – ainda!

Para ficar mais fácil de entender a importância de tudo isso e onde cada etapa se encaixa, vamos começar falando sobre o ciclo de vida de um produto, que é a cadeia de processos envolvidos desde a matéria-prima para fazê-lo, até seu descarte. Para isso, fizemos uma ilustração deste ciclo:

Gráfico Ciclo de vida

Cada uma dessas etapas tem diversos impactos ambientais e sociais envolvidos, os quais tomam dimensões cada vez maiores considerando o consumo desenfreado que vivemos atualmente. Alguns desses impactos são o uso/tratamento da água (que já falamos um pouco aqui, no post do dia mundial da água), consumo de energia, emissões de gases do efeito estufa, uso/descarte de químicos e produtos tóxicos, produção de resíduos condições de trabalho insalubres. Vejam onde cada impacto se encontra no ciclo:

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E o que fazer a respeito disso?

– Sobre o uso/tratamento da água, é preciso reutilizá-la e minimizar seu gasto durante a produção e o descarte de químicos feito nela, o que nos leva a considerar a composição do nosso produto (fibras naturais, sintéticas ou artificiais), além de reduzir o consumo de água com o número de vezes que lavamos nossas roupas.
– Para combater a alta emissão de gases do efeito estufa, precisamos priorizar as fibras naturais (explicaremos melhor no post sobre matérias-primas) e a produção local devido à transportação do produto.
– Em relação ao uso/descarte de químicos e dejetos tóxicos, também precisamos nos atentar à matéria-prima daquela peça de roupa ou acessório.
– Para reduzirmos a produção de resíduos, devemos nos preocupar com o que acontece com nossa roupa quando não a queremos mais. Se ela será descartada, precisamos considerar o tempo que sua matéria-prima leva para se decompor; ou podemos levá-la a pontos de coleta que reciclem tecidos ou reaproveitem os produtos para upcycling (explicaremos melhor no próximo post) e, assim, aumentar o tempo de vida do nosso produto. Há também a possibilidade de vender para um brechó, por exemplo, que também é dar uma “segunda vida” à sua peça.
– E, para reivindicar os direitos dos trabalhadores da indústria têxtil, precisamos questionar às marcas quem fez nossas roupas e apoiar as que têm uma produção ética, seja artesanalmente ou em maior escala.

Portanto, é só pensar em cada processo do ciclo de vida do produto! Se o produto que você está consumindo tem todos – ou pelo menos um dos processos – realizados de forma sustentável, você estará fazendo a sua parte! Procure por marcas preocupadas com alguma (ou todas) as etapas de produção do produto, apoie estas marcas e, claro, evite comprar produtos que tenham todas as etapas feitas de forma não-sustentável.

E claro que, para encontrar essas marcas, tudo que vocês precisarão fazer é acessar o nosso marketplace Angá , que estará no ar em breve, com uma curadoria incrível de marcas e produtos que se encaixam nessas práticas sustentáveis! Fiquem ligados em nossas redes sociais para não perderem nossas novidades 🙂

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Afinal, o que é Moda Sustentável?

Olá, pessoal! Sejam bem-vindos ao blog do Angá Store!

Para este primeiro post, pensamos em ir direto à primeira questão que passa na cabeça de muitas pessoas: afinal, o que é “Moda Sustentável”?

Gostamos de dizer que a moda sustentável tem 3 pilares principais, os quais se ramificam em outras partes mais específicas (sobre as quais poderíamos falar por dias aqui, mas esses assuntos ficarão para outros posts, rs). Os 3 pilares são: moda ética, moda eco/orgânica e slowfashion. Já vamos explicar um a um:

  • Moda Ética: essa vertente se preocupa com os direitos dos trabalhadores e com o ambiente e condições em que trabalham (é aquela que luta contra o trabalho escravo nas fábricas responsáveis pela produção das nossas roupas!) – mas, se você for vegano por exemplo, pode considerar que ética também é não testar em animais;
  • Moda Eco/Orgânica: com esses dois nomes possíveis, essa é a vertente que tem como foco o meio ambiente e tem o cuidado de utilizar materiais com menor impacto ambiental (desde os tecidos e aviamentos até as embalagens e formas de entrega) – a moda vegana entra aqui também, por diminuir a transmissão de CO2, por exemplo;
  • Slowfashion: esta última vertente é a que vai na contramão da nossa realidade atual, que preza pela qualidade e não pela quantidade, por peças que vão durar mais que 1 ou 2 estações e não tendências efêmeras que surgem toda semana, por 2 coleções a cada ano e não 10. O slowfashion nos convida a diminuir o passo, pensar, analisar.

Portanto, a moda sustentável nada mais é que a união desses 3 pilares. Ela nos faz enxergar o todo: a sociedade, o meio ambiente e a indústria. Mas, o mais importante, ela nos faz enxergar a nós mesmos e nossas atitudes em relação ao todo.

Nos próximos posts, falaremos mais sobre este assunto, além de outros tópicos como notícias, viagens, receitas, decoração, e muito mais! Mas, por enquanto, absorvam essas primeiras informações e analisem como vocês enxergavam e se relacionavam com a moda até agora e como pretendem continuar. Pensem no impacto que temos e no poder que isso nos traz.

Lembrem-se: moda não é futilidade, é assunto sério e deve ser tratada como tal. No próximo post, falaremos mais sobre isso e explicaremos porquê este tópico deve ser discutido.

Quem tiver dúvidas/sugestões, fique à vontade para deixar nos comentários abaixo! Estamos aqui para compartilhar conhecimentos e experiências, e vamos adorar conversar com vocês 🙂

Sigam-nos também em nossas redes sociais (@angastore) para ficarem por dentro das nossas novidades no site e novos posts aqui no blog!

Dia Mundial da Água: os impactos da indústria têxtil sobre a nossa água

Oi pessoal!

Gostaríamos de agradecer o feedback do nosso primeiro post aqui no blog, tanto pelos comentários quanto no Instagram (@angastore)! Ficamos muito felizes que tenham gostado desse nosso espaço e do primeiro post.

Este segundo post ia ser sobre outro tópico, mas quisemos aproveitar o Dia Mundial da Água para falar um pouco sobre o assunto e como a indústria da Moda impacta negativamente a nossa água (sim, que contamina nossa comida e nossas roupas). Lembrando que essa água contaminada também afeta os animais aquáticos, como essas duas fofuras aqui:

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Brincadeiras à parte… que não cuidamos bem da nossa água não é novidade pra ninguém, afinal a falta de água é um problema no Brasil inteiro, temos rios que são extremamente poluídos, e uma grande parte da população não tem acesso à água potável. Mas o nosso comportamento de consumo também afeta extremamente a água mundial, de diversas formas.

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Parece exagero, mas até nossa comida pode ser afetada pela água contaminada por substâncias tóxicas provenientes de resíduos químicos procedentes da indústria têxtil. Sim, os peixes consumidos para alimentação, por exemplo, podem estar contaminados com essas substâncias.

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A quantidade de água utilizada para produzir nossas roupas também assusta. Para produzir uma simples camiseta de algodão, por exemplo, são necessários 2.700 litros (!!) de água, aproximadamente. Além disso, o uso de agrotóxicos nas plantações de algodão não só causam doenças nos trabalhadores, como também poluem o solo e o lençol freático.

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Os agrotóxicos mais utilizados no Brasil nos contaminam direta e indiretamente, pela absorção da pele, inalação, uso da água e consumo de animais intoxicados. E para confeccionar aquela simples camiseta de algodão que falamos, são utilizados 160g de agrotóxicos!

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E então vocês nos perguntam: “Ah, portanto a solução é pararmos de consumir peças de algodão e começar a consumir apenas peças feitas de tecidos sintéticos e/ou artificiais?
Não é bem assim.

As fibras sintéticas e artificiais também requerem um grande consumo da água e de grandes poluentes químicos, que são despejados na água.

Sendo assim, nenhuma opção é completamente sustentável, mas existem opções de menor impacto – e essas são as melhores que podemos escolher. Vamos falar destas outras opções num próximo post, mas alguns exemplos são: PET e algodão reciclados, algodão orgânico, linho, entre outros.

Outras etapas da produção que consomem uma enorme quantidade de água são a de tingimento, estamparia, lavagem e acabamento – os resíduos provenientes destes processos, em sua maioria, são tóxicos e não afetam apenas as águas dos países que produzem as peças, mas também as dos países de quem as consomem, por conta da lavagem destas. Além disso, até 2008, a indústria têxtil descartava entre 40 e 50 mil toneladas de corantes em rios e riachos – agora imaginem quanto este número cresceu até hoje.

Os processos de acabamento da lã e do couro, por exemplo, também geram efluentes que afetam o meio ambiente e o ser humano. No fim, a indústria têxtil é responsável por 20% da contaminação industrial das águas e faz um uso abusivo de nossos recursos hídricos.

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Como mencionamos anteriormente, nenhuma opção é completamente sustentável, porém existem as opções de menor impacto. Precisamos sempre analisar a matéria-prima da peça, seu processo de tingimento (alô, tingimento natural!), e também cuidar bem dela, não lavar sem necessidade e fazer o possível para que ela dure muito tempo. Afinal, o ideal mesmo é consumirmos menos, para que todos esses números citados, diminuam.

Esperamos que este post os ajude a refletir mais sobre as escolhas que fazem na hora de consumir uma peça de roupa e traga mais consciência no pós-compra.

Sabemos que este tipo de conteúdo é mais denso, mas tentamos resumi-lo ao máximo e deixá-lo o mais leve possível! Comentem o que acharam, se gostam deste tipo de conteúdo e deixem suas dúvidas – vamos adorar respondê-los e saber o que pensam sobre o assunto.

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